No final da gestação e período de lactação as cabras aumentam suas necessidades energéticas e principalmente de cálcio, sendo necessária uma suplementação adequada para manter o peso e a produção de leite, além disso ajuda a desmamar os cabritos com um peso adequado.
Pensando nisso essa dieta busca atender as exigências com ingredientes de fácil acesso:
74% de farelo milho
17% de farelo de soja
6% de farelo de trigo
1,7% de calcário calcitrico
1,3% de sal mineral
Dar 1 a 2 kg dessa ração por dia mais volumoso a vontade.
1 - Evitar chiqueiros, cochos e bebedouros sujos.
2 - Adote o pastejo rotacionado pois ele é um eficaz controlador das verminoses.
3 - Vermifugar todo animal recém-chegado, antes de incorporá-lo ao rebanho geral, respeitar a quarentena (de 40 dias).
4 - Os animais novos são mais susceptíveis e, então, precisam de cuidados dobrados. Os principais sintomas são: perda de apetite, diarréia, papada inchada, anemia, tristeza, mau aproveitamento dos alimentos, tosse, enfraquecimento geral, devem ser separados dos adultos.
5 - Verificar, a cada 6 meses por exame parasitológico se o princípio ativo do medicamento está eliminando os vermes ou se apresenta resistência. E não apenas mudar de produto. Leia a bula e veja se o princípio ativo é outro na composição do produto.
6 - Escolher produtos de amplo espectro (abrangendo vermes pulmonares e gastrointestinais).
7 - Aplicar a dose exata de acordo com o peso do animal, conforme a bula do produto. Evitar doses menores pois favorecem a resistência dos vermes. Evitar as doses excessivas que intoxicam o animal.
8 - Vermifugar através do método Famacha mensalmente o rebanho, os animais que apresentarem anemia devem ser separados e vermifugados.
9 - Vermifugar sempre no final da tarde. Depois de aplicar o remédio, manter os animais no capril ou chiqueiro por um período mínimo de 12 horas e depois fazer a retirada do esterco. Esta medida evita a reinfestação. O ideal é manter os animais fora do pasto durante 2 dias. Soltá-los, depois, em pasto que teve um descanso de, pelo menos, 50 dias.
O leilão acontece no dia 25 deste mês, às 10h, na Estação Experimental de Pendência, em Soledade.
No homem, a maioria dos casos ocorre em jovens e resulta da ingestão ou manipulação de leite contaminado. Os trabalhadores rurais podem se infectar inalando perdigotos (aerossóis) de bovinos infectados, desenvolvendo a tuberculose pulmonar.
A doença causa diversos prejuízos ao pecuarista, dentre eles a queda na produção de leite. Em casos avançados de tuberculose, há perdas também na produção de carne. Outra perda relevante refere-se à condenação de carcaças com lesões de tuberculose no abatedouro.
• Não existe vacina nem tratamento para a tuberculose bovina, portanto a prevenção da entrada da doença é a chave do controle.
• O produtor deve ter o cuidado de adquirir apenas animais negativos ao teste intradérmico para tuberculose. Quando os animais não tiverem esse teste, o produtor deve solicitar o exame a um médico veterinário habilitado antes de realizar a compra.
• Controle da tuberculose bovina mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.
• Em propriedades em que for diagnosticada a tuberculose, o proprietário deve fazer o teste nos animais, mediante um médico veterinário habilitado, o qual efetuará a marcação a ferro candente no lado direito da cara dos animais positivos com um "P", a notificação à defesa sanitária e o descarte dos mesmos, em até 30 dias, segundo a legislação vigente, em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial, indicado pelo serviço de defesa oficial federal ou estadual.
• Na impossibilidade de sacrifício em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial, indicado pelo serviço de defesa oficial federal e estadual, os animais serão destruídos no estabelecimento de criação, sob fiscalização direta da unidade local do serviço de defesa oficial, respeitando procedimentos estabelecidos pelo Departamento de Defesa Animal.
• Não se deve ingerir leite e derivados crus. Esses são veículos de diversas doenças, incluindo tuberculose.
O diagnóstico de propriedade é muito utilizado por técnicos e consultores agropecuários tendo como objetivo elaborar um relatório para o proprietário com as principais mudanças e investimentos necessários para o sucesso da produção, porém muitos não sabem nem por onde começar, dessa forma citamos os nove passos necessários para um bom diagnóstico.
1- Contato com o produtor ou proprietário
Como diz o ditado a primeira impressão é a que fica, seja paciente escute o proprietário, julgamentos ou criticas na primeira visita podem assustar, fale de acordo com a formação do proprietário para que não fique nenhuma dúvida.
2- Colete as informações gerais da propriedade
- Área (tamanho da propriedade geralmente em hectare)
- Produção (agricultura, forragens, animais...)
- Histórico (Fundação, o que produzia...)
- Mão de obra (quantidade, qualificação e funções)
3- Visita a propriedade
- Áreas de produção de alimento ( tamanho, tipos, forma de plantio, adubação, irrigação)
- Áreas com pastagem
- Fonte de água
- Animais
4- Instalações de manejo
5- Rebanho
- Avaliação geral
- Praticas de manejo
- Cronograma sanitário
- Manejo nutricional
- Inspeção individual
- Descarte orientado
6- Mercado
- Produtos
- Compradores
- Fornecedores
- Formas de pagamento
- Período de vendas
7- Avaliação dos resultados da propriedade
- Pontos favoráveis ( Métodos, atitudes que devem ser mantidas)
- Pontos desfavoráveis ( Devem ser revistos ou melhorados)
8- Analise dos resultados desfavoráveis
O que precisa mudar e como fazer de acordo com o orçamento do produtor
9- Elaboração do relatorio
Organização e digitação do diagnóstico da propriedade e agendamento com o proprietário para debater o mesmo.
Ele lembrou que oficialmente a atividade foi iniciada há 15 anos pela Emater-PB e atualmente tem a adesão de 1.566 avicultores, organizados em 29 associações e duas cooperativas com uma infraestrutura propícia ao negócio, especialmente a partir da implantação de dois abatedouros, pelo Cooperar em parceria com o Banco Mundial, prontos para receber a produção a fim de beneficiar as aves e fazer o escoamento através da comercialização para atender o mercado interno e externo.
Ainda durante a explanação, o especialista recomendou que a água destinada ao consumo das aves deverá receber tratamento e ainda reforçou a adoção de higienização dos bebedouros diariamente, com o uso de detergente de cozinha, a limpeza dos comedouros utilizando um pano seco, a aplicação de três vacinas até os 90 dias de vida das aves para evitar a contaminação da gripe aviária, o uso de ração alternativa à base de farelo de milho, soja, raspas da mandioca, entre outros, como alimentação ideal.
Vicente de Assis Ferreira destacou que o custo benefício de criar aves caipiras é infinitamente superior. Enquanto o quilo do frango de granja custa em média R$ 3,65, o de galinha caipira tem o valor de R$ 9,50, além disso, para produzir é 47% mais barato. “Outra importante vantagem é a qualidade do produto para o consumo humano em relação ao frango de granja”, declarou.
Abatedouro – A presidente da Cooperativa Paraibana de Avicultura Alternativa e Agricultura Familiar (Copaf), Maria Nazaré dos Santos Barbosa, explicou que é preciso estimular a participação dos agricultores na atividade como forma de gerar inclusão social, e para isso, eles já têm uma infraestrutura pronta para beneficiar e comercializar a produção através do abatedouro de São Sebastião de Lagoa de Roça, que hoje é uma realidade, graças ao Cooperar.
A unidade deverá entrar em operação nos próximos dias com o abate de 5.000 aves por semana e já com venda garantida para os programas de incentivo governamentais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). “Hoje nós temos 128 cooperativas inseridas na Copaf e mais dez associações, mas o nosso objetivo é agregar outros grupos interessados em investir nesse tipo de negócio, para isso, apoiamos eventos como esse”, lembrou.
O Dia de Campo – Galinha Caipira no território da Borborema contou ainda com o apoio da Embrapa Algodão, Prefeitura Municipal de São Sebastião de Lagoa Roça, Projeto Brasil Sem Miséria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Investimentos – Quase 300 famílias na Paraíba já foram beneficiadas em projetos de avicultura alternativa apoiados pelo Governo do Estado por meio do Cooperar, em parceria com o Banco Mundial, que já investiram recursos estimados em quase R$ 2 milhões em sete municípios, como Areia, Baía da Traição, Barra de Santa Rosa, Desterro, Guarabira, Monteiro e São Sebastião de Lagoa de Roça, destinados à construção de abatedouros, galpões e aquisição de equipamentos, entre outros.
Foto: Medeiros, F. F, 2015.
terça-feira, 21 de julho de 2015